{"id":7899,"date":"2025-03-11T11:21:34","date_gmt":"2025-03-11T11:21:34","guid":{"rendered":"https:\/\/fpisaofrancisco.inf.br\/?p=7899"},"modified":"2025-03-12T00:50:34","modified_gmt":"2025-03-12T00:50:34","slug":"animallia-ambiental-cemafauna-univasf-inema-icmbio-crt-ba-e-mp-ba-realizam-a-soltura-de-familia-de-bugios-na-apa-do-boqueirao-da-onca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fpisaofrancisco.inf.br\/index.php\/2025\/03\/11\/animallia-ambiental-cemafauna-univasf-inema-icmbio-crt-ba-e-mp-ba-realizam-a-soltura-de-familia-de-bugios-na-apa-do-boqueirao-da-onca\/","title":{"rendered":"Animallia Ambiental, CEMAFAUNA UNIVASF, INEMA, ICMBio, PRF, CRT\/BA e MP\/BA realizam  a soltura de fam\u00edlia  de bugios na APA do Boqueir\u00e3o da On\u00e7a"},"content":{"rendered":"\n<p>Essa jornada, que come\u00e7ou com um bugio f\u00eamea resgatado durante a vig\u00e9sima edi\u00e7\u00e3o da FPI em Juazeiro, inicia um novo ciclo, 12 anos depois, com a soltura de uma fam\u00edlia de oito bugios, que cresceu e se desenvolveu em cativeiro. A matriarca, carinhosamente chamada de Chica, foi resgatada pela equipe FAUNA da FPI, l\u00e1 em 2012, v\u00edtima de maus tratos e mantida num cativeiro em p\u00e9ssimas condi\u00e7\u00f5es. Logo em seguida, um ano depois, um bugio macho, apelidado de Neg\u00e3o, tamb\u00e9m foi recebido no CETAS, muito debilitado, v\u00edtima de um ataque de c\u00e3es enquanto fugia de uma queimada na cidade de Campo Formoso \u2013 BA.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ambos bugios foram unidos no CETAS \u2013 Centro de Triagem de Animais Silvestres, que faz parte do CEMAFAUNA em Petrolina-PE. Colocados juntos no mesmo recinto, o \u00f3bvio aconteceu e eles parearam, construindo uma linda fam\u00edlia de treze filhotes, sendo oito f\u00eameas e cinco machos &#8211; com mais um no forninho. Mas a hist\u00f3ria de conto de fadas logo deu espa\u00e7o ao instinto animal e a territorialidade, e tanto Neg\u00e3o quanto Chica, casal alfa, n\u00e3o aceitaram muito bem dividir espa\u00e7o com outros bugios adultos, gerando grandes atritos que, infelizmente, culminaram na expuls\u00e3o de quatro f\u00eameas e dois machos do bando \u2013 que hoje vivem em recintos individuais para evitar mais atritos. Das f\u00eameas, tr\u00eas morreram.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"726\" src=\"https:\/\/fpisaofrancisco.inf.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/3-1-1024x726.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-7901\" srcset=\"https:\/\/fpisaofrancisco.inf.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/3-1-1024x726.png 1024w, https:\/\/fpisaofrancisco.inf.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/3-1-300x213.png 300w, https:\/\/fpisaofrancisco.inf.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/3-1-768x545.png 768w, https:\/\/fpisaofrancisco.inf.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/3-1-1536x1090.png 1536w, https:\/\/fpisaofrancisco.inf.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/3-1.png 1748w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>A fam\u00edlia continuou crescendo e hoje, \u00e0s v\u00e9speras da soltura, s\u00e3o oito bugios (quatro machos e quatro f\u00eameas), entre adultos e filhotes, que retornar\u00e3o ao seu ambiente natural. O bugio \u00e9 uma esp\u00e9cie de primata que prefere grupos pequenos, com mais f\u00eameas que machos, prevalecendo a hierarquia. Ao sentir-se amea\u00e7ado, o alfa fica agressivo e as brigas s\u00e3o acirradas. Outra peculiaridade dos bugios \u00e9 a habilidade de se camuflar e a dificuldade que o ser humano tem de avist\u00e1-los, dada a pouca movimenta\u00e7\u00e3o. Como passam 70% do dia descansando, essa esp\u00e9cie \u00e9 uma das mais dif\u00edceis de serem localizadas no habitat natural.<\/p>\n\n\n\n<p>A a\u00e7\u00e3o de soltura segue um planejamento rigoroso, que visa, principalmente, a adapta\u00e7\u00e3o e o bem-estar dos animais. S\u00e3o muitos bra\u00e7os envolvidos \u2013 \u00f3rg\u00e3os de prote\u00e7\u00e3o de diversas esferas de atua\u00e7\u00e3o que se unem para a preserva\u00e7\u00e3o dessa esp\u00e9cie primata, que j\u00e1 foi categorizada como \u2018Em Perigo\u2019 de extin\u00e7\u00e3o pela SEMA \u2013 Secretaria de Meio Ambiente da Bahia.&nbsp; Existe a suspeita, inclusive, de que haja uma redu\u00e7\u00e3o de 30% da popula\u00e7\u00e3o de bugios em tr\u00eas gera\u00e7\u00f5es, diante da perda da biodiversidade que \u00e9 casa desses animais.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para definir a \u00e1rea da soltura, uma s\u00e9rie de requisitos precisa ser cumprido, entre eles, o ambiente precisa ser ideal para sobreviv\u00eancia, com oferta de frutos da esta\u00e7\u00e3o e folhas que possam compor a dieta do bugio; al\u00e9m de \u00e1gua e condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas ideais para que esp\u00e9cie se adeque. A equipe elegeu o Parque Nacional do Boqueir\u00e3o da On\u00e7a, que fica no munic\u00edpio de Campo Formoso-BA e possui as condi\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para acomodar a fam\u00edlia, com a possibilidade, inclusive, de intera\u00e7\u00f5es com outros primatas da mesma esp\u00e9cie, j\u00e1 que \u00e9 o local de origem de Neg\u00e3o e outros que j\u00e1 foram vistos por l\u00e1. A \u00e1rea possui nove mil quil\u00f4metros quadrados de caatinga preservada e \u00e9 protegida por lei, tendo o acesso a seus recursos naturais limitado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"726\" src=\"https:\/\/fpisaofrancisco.inf.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/5-1024x726.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-7902\" srcset=\"https:\/\/fpisaofrancisco.inf.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/5-1024x726.png 1024w, https:\/\/fpisaofrancisco.inf.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/5-300x213.png 300w, https:\/\/fpisaofrancisco.inf.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/5-768x545.png 768w, https:\/\/fpisaofrancisco.inf.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/5-1536x1090.png 1536w, https:\/\/fpisaofrancisco.inf.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/5.png 1748w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Os animais ser\u00e3o testados para v\u00e1rias doen\u00e7as, seguindo os protocolos do IBAMA e do INEMA, at\u00e9 que sejam transportados e colocados num recinto na APA (\u00c1rea de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental) destino, onde ter\u00e3o oferta de comida at\u00e9 que consigam se alimentar por conta pr\u00f3pria \u2013 um processo que pode durar at\u00e9 um ano. Durante a soltura, os bugios continuam sendo monitorados de perto pela equipe t\u00e9cnica e, ap\u00f3s a aclimata\u00e7\u00e3o, as portas do recinto ser\u00e3o abertas para que eles explorem e iniciem essa nova jornada na natureza, mas possam voltar quando quiserem, at\u00e9 que estejam totalmente adaptados ao novo ambiente.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O per\u00edodo escolhido para soltura tamb\u00e9m \u00e9 intencional: durante as chuvas na regi\u00e3o, que compreendem sazonalmente de novembro a maio e a vegeta\u00e7\u00e3o floresce com mais intensidade, facilitando a identifica\u00e7\u00e3o dos frutos\/folhas\/tub\u00e9rculos regionais e se atendem a dieta do grupo. Depois de totalmente soltos, alguns membros dessa grande fam\u00edlia seguem sendo monitorados atrav\u00e9s de r\u00e1dio transmissor, ao qual eles j\u00e1 foram devidamente adaptados antes da soltura.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Durante todo esse processo, a participa\u00e7\u00e3o da comunidade do entorno da APA destino \u00e9 fundamental, afinal, eles que possibilitam uma melhor intera\u00e7\u00e3o com o ambiente e a localiza\u00e7\u00e3o de bandos residentes da esp\u00e9cie. Por isso, dentro do projeto, est\u00e3o previstos v\u00e1rios momentos com a comunidade para explicar como funciona a soltura, a import\u00e2ncia da manuten\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie na natureza e, principalmente, uma aproxima\u00e7\u00e3o cada vez maior entre pesquisa e comunidade. A popula\u00e7\u00e3o \u00e9 parte essencial nessa rede de preserva\u00e7\u00e3o, informando sobre poss\u00edveis avistamentos de bugios, bem como coibindo ca\u00e7a ou captura de animais silvestre para manuten\u00e7\u00e3o em cativeiro.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>Para a Andreza Amaral, que \u00e9 Coordenadora Geral do projeto de soltura, \u201ceste \u00e9 um momento singular e emocionante, quando um projeto pioneiro de soltura branda de Bugios-pretos na caatinga se concretiza. A conserva\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies em seus ambientes naturais busca assegurar um ecossistema equilibrado para todas as formas de vida, onde cada um tem sua import\u00e2ncia e seu papel na manuten\u00e7\u00e3o da qualidade ambiental e da vida em nosso planeta. A concretiza\u00e7\u00e3o deste projeto s\u00f3 tem sido poss\u00edvel com uni\u00e3o e comprometimento de cada integrante da equipe; cada entusiasta da conserva\u00e7\u00e3o da fauna silvestre em seu ambiente natural\u201d, pontua, com muita emo\u00e7\u00e3o, a bi\u00f3loga, mestre em biologia animal e diretora de projetos da Animallia Ambiental.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>A equipe toda vive uma expectativa muito grande por esse desfecho, afinal, acompanhou de perto essa trajet\u00f3ria que come\u00e7ou com uma bugio v\u00edtima de maus tratos, subnutrida e desenganada, e se transformou nessa matriarca forte, saud\u00e1vel, m\u00e3e de uma grande fam\u00edlia. S\u00e3o muitos \u00f3rg\u00e3os envolvidos nesse projeto, desde os que participaram da edi\u00e7\u00e3o de resgate de Chica, l\u00e1 em 2012, at\u00e9 a equipe que manteve os cuidados dessa fam\u00edlia ao longo desses 12 anos e os preparou, com muita dedica\u00e7\u00e3o e responsabilidade para esse momento de reinser\u00e7\u00e3o na natureza. S\u00e3o eles:&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Coordenadores da Soltura:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Andreza do Amaral &#8211; Mestre em Biologia Animal; Bi\u00f3loga; Diretora de Projetos Animallia ONG Ambiental e Coordenadora Geral do Projeto de Soltura; <\/p>\n\n\n\n<p>MsC. Luiz Cezar Machado Pereira &#8211; Mestre em Engenharia Florestal, Coordenador do CEMAFAUNA-CAATINGA, Especialista em Ecologia, com \u00eanfase em Manejo de Fauna Silvestre;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Equipe T\u00e9cnica:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Raone Beltr\u00e3o Mendes, Bi\u00f3logo, Doutor em Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas com \u00eanfase em Zoologia pela UFPB;<\/p>\n\n\n\n<p>Celene Sousa Carvalho, Bi\u00f3loga, Mestre em Ecologia e Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade pela UEMA, Fundadora do Grupo de Estudos Ambientais com Primatas do Maranh\u00e3o (GRAMPRIMATAS);<\/p>\n\n\n\n<p>Luana Beatriz da Silva Rocha, Bi\u00f3loga,&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Daniel Salgado Pifano, Doutor em Engenharia Florestal, Coordenador do Subprograma Flora do PCFF\/ PISF (NEMA);<\/p>\n\n\n\n<p>U\u00eadija Natal\u00ed Silva Dias, Bi\u00f3loga, Analista Ambiental HRSN (NEMA-UNIVASF)<\/p>\n\n\n\n<p>Liliane Ferreira Lima, Doutora em Bot\u00e2nica;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Samara Silva de Matos Aquino, Doutora em Sistem\u00e1tica e Evolu\u00e7\u00e3o, Analista Ambiental (NEMA, UNIVASF);&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Vanessa Silva Santana, M\u00e9dica Veterin\u00e1ria e Mestre em Ci\u00eancia Animal (Animallia Ambiental);<\/p>\n\n\n\n<p>Alison Cleiton de S\u00e1 Andrade, graduando em biologia, Presidente da Animallia Ambiental.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Apoio:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Luciana Espinheira Khoury: Promotora de Justi\u00e7a do MP-BA; &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Marcus Vin\u00edcius de Fran\u00e7a Moreira: Inspetor PRF;<\/p>\n\n\n\n<p>Uequison Venicius de Oliveira Santos: PRF;<\/p>\n\n\n\n<p>Claudia Bueno de Campos: Doutora em Ecologia Aplicada, Chefe do NGI ICMBio Juazeiro;<\/p>\n\n\n\n<p>Vin\u00edcius Dantas: Coordenador de Gest\u00e3o de Fauna, M\u00e9dico Veterin\u00e1rio, (INEMA);<\/p>\n\n\n\n<p>Marianna de Santana Pinho: graduada em Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas com Mestrado em Desenvolvimento Sustent\u00e1vel, Especialista em Meio Ambiente e Recursos H\u00eddricos (INEMA),&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Sandro Augusto Vieira da Silva: Presidente do CRT-BA<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sobre a FPI:<\/strong>&nbsp; Criada em 2002, a FPI do S\u00e3o Francisco na Bahia \u00e9 um programa coordenado pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico da Bahia (MP-BA), pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Bahia (CREA-BA), pelo Comit\u00ea da Bacia Hidrogr\u00e1fica do Rio S\u00e3o Francisco (CBHSF) e pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico do Trabalho (MPT).&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Multidisciplinar,<\/strong> a iniciativa tem como objetivo melhorar a qualidade de vida das comunidades da bacia e dos recursos h\u00eddricos; combater o desmatamento, a capta\u00e7\u00e3o irregular de \u00e1gua, os impactos dos agrot\u00f3xicos, a extra\u00e7\u00e3o irregular de min\u00e9rios, o com\u00e9rcio ilegal de animais silvestres, a pesca predat\u00f3ria, al\u00e9m de atuar no gerenciamento de res\u00edduos s\u00f3lidos; al\u00e9m da preserva\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio arquitet\u00f4nico, cultural e imaterial da bacia.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A FPI do S\u00e3o Francisco,<\/strong> que come\u00e7ou na Bahia e hoje \u00e9 realizada tamb\u00e9m em Sergipe, Alagoas, Pernambuco e Minas Gerais, foi premiada em 2020 pelo Conselho Nacional do Minist\u00e9rio P\u00fablico (CNMP) como o maior indutor de pol\u00edticas p\u00fablicas. Em dezembro de 2024, <strong>a FPI venceu o Pr\u00eamio Innovare,<\/strong> realizado pelo Instituto Innovare, Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a e Seguran\u00e7a P\u00fablica, Advocacia Geral da Uni\u00e3o, al\u00e9m de associa\u00e7\u00f5es jur\u00eddicas e conselhos de justi\u00e7a do pa\u00eds, com apoio do Grupo Globo. A premia\u00e7\u00e3o foi realizada no Supremo Tribunal Federal (STF), em Bras\u00edlia, quando a equipe da FPI recebeu o pr\u00eamio das m\u00e3os da Ministra Carmen Lucia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Essa jornada, que come\u00e7ou com um bugio f\u00eamea resgatado durante a vig\u00e9sima edi\u00e7\u00e3o da FPI em Juazeiro, inicia um novo ciclo, 12 anos depois, com a soltura de uma fam\u00edlia de oito bugios, que cresceu e se desenvolveu em cativeiro. 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